recapitulando: 12.12.15

Minha teoria pra ter sido péssima com continuar meus recaps de maneira consistente é que eu vou esquecendo as coisas legais porque um mês é muito tempo. Então, hm, vamos tentar fazer isso semanalmente pra ver se rola mais fácil? Uma coisa que ajudou muito na minha coleta de links legais foi usar o feedly, esse site lindo e maravilhoso que salva links (e tem um app pro celular também!)

To com dois posts nos rascunhos pra eu terminar de escrever — um sobre uma apresentação de natal na escola que eu estagiei e sobre o estágio em si, outra sobre o show do Legião Urbana que eu fui ontem — mas qualquer escrita meramente criativa não tem como acontecer agora. Oops. Então, uh, isso deve acontecer em algum momento na semana que vem?

Sem mais delongas, as coisas mais legais da semana:


LEITURAS

  • Barbie da Ava Duvernay!!! Eu ia comentar o quanto eu queria muito uma Barbie dela, só pra ter bonitinha na minha estante do quarto, mas aí esgotou?! Linda.

“It’s about balance. It’s about the full spectrum of who we are. [Black women] have all different kinds of hair, all different kinds of occupations, all different kinds of passions, so I think what folks might be responding to is the variance.”

  • Burnout: How to deal with creative and mental exhaustion. Eu ouvi o podcast ao invés de ler o post, mas achei maravilhoso. A parte legal de ouvir o podcast é que eu acabei lembrando que eu na verdade gosto de podcasts? E ouvi vários que eu não tocava há milênios? Mas enfim, post/podcast maravilhoso.

There’s a habit in hard working professionals – and that is to always use any extra energy to work harder. Often without spending the time in the present for reflection, which causes most to continue the same intensity of work without having the faintest idea what’s going on in their hearts, down to the depths of their soul. The heart isn’t on the same wavelength as money and stuff, so it goes undervalued until you wake up unfulfilled, depleted, burnt out.  Why? Because in the grander sense, “You” – your breathing, feeling person has been put last on the chain of importance for too long, and now you’re depleted and suffering.

  • (Not) All MenSe o termo powerful shit pode ser usado pra qualquer coisa no mundo inteiro, ele deve ser usado pra esse artigo. Eu acho difícil qualquer pessoa ler e não pensar em pelo menos um “Chris”. Todas nós conhecemos um Chris. E nós desesperadamente não queremos que aquela pessoa seja aquela pessoa.

And yet one of the major obstacles in the Fight Against Patriarchy is that a sexist guy will always seem like an outsider — a bad-news ex-boyfriend, perhaps, but not your male feminist friend, your super chill brother, your gentle dad. Never the bros you know and love, never the “fair-minded guys who want women to succeed.” Never one of Our Guys.

  • We Carry Our Sadness. Eu amo esses posts da Rookie. Quase todos me emocionam e deixam num estado de “!!!!”

“Since the speech, I have learned a lot more about the feminist movement and how women of color have been left out of the process,” she wrote. “I understand that more now. I am really sad that I may have added to their feeling of being excluded.”

  • A série You’re The Worst está falando de depressão. Eu to uns episódios atrasadinha no seriado, mas ele é provavelmente um dos seriados mais engraçados no momento. Ele ser “anti-comédia romântica” acaba fazendo com que ele pareça muito mais real, muito mais atraente, muito mais… relatable. Eu tenho muitos sentimentos, e eles todos gritam pra todo mundo assistir esse seriado imediatamente.

Ultimately, Gretchen’s depression doubles down on You’re The Worst’s anti-romcominess—but not because it dismantles the notion that perfect people can find perfect solutions to minor problems and everything is just perfect, perfect, perfect. Instead, it shirks that whole idea and aims to live in the real world where two people who are in love stare life’s pratfalls and traumas in the face and stay together in spite of these things. It shows that to really be in a relationship with someone, you have to unleash the real you—the you that we’re often too terrified to reveal to anyone except, perhaps, your therapist. (But even then, we still try to save face a little bit.) You’re the Worst knows shit gets real, that people get bored with one another or find superficial reasons to be with someone else, that you’re an idiot if you think one fight means a breakup. In turn, its realism paints a far more aspirational love story than anything Sandra Bullock or Meg Ryan have ever sold us.


VÍDEOS

  • Channing Tatum Says 8 Hateful Things to a Kitten. 
  • Honest Trailer: Ant-man
  • Amy Poehler and Jimmy Fallon: Truth or Truth

 

LIVROS

Vish to aqui pensando comigo mesma que se for pra fazer semanalmente 81iwfwii1vlminhas recomendações de livros vão drop… MAS! Eu terminei um livro essa semana! Que foi maravilhoso e incrível e é do igualmente maravilhoso e incrível Aziz Ansari! Modern Love é um livro que basicamente estuda como o amor era visto há umas dezenas de anos atrás e como ele é visto hoje. Obviamente, a tecnologia é uma grande variável aí. Ele pesquisou bastante, viajou pra vários lugares, trabalhou tanto com pesquisadores da área quanto com grupos de pessoas que contaram suas experiências pessoais. O que faz desse livro tão incrível não é nem o tópico, apesar de eu adorar ler sobre tecnologia afetando qualquer tipo de relação humana. O que faz desse livro um must-read é que quem escreveu foi o Aziz Ansari. Deu. É isso. Ele poderia escrever um livro sobre a história de canetas e eu ficaria babando. Ele é hilário, interessante, e faz qualquer coisa parecer relevante. Recomendo, desesperadamente, leia leia leia!!!


 

SERIADOS (SEM SPOILERS)

master-of-none-poster-imageA Netflix tá fazendo todos os canais de TV pareceram ruins. É sério. Entre lançar Master of None Jessica Jones no mesmo ano, eu acho que fica complicado pros canais de TV competirem.

Master of None é uma leitura engraçada mas absolutamente crítica das coisas que a gente tá mais ou menos acostumado. Tem um episódio sobre as diferenças culturais de pessoas americanas nascidas de casais imigrantes. Tem um episódio sobre white-washing. Tem um episódio sobre como é estar em um relacionamento adulto depois daquela primeira semana encantada que os filmes sempre mostram. Esse cara é um gênio da comédia e principalmente da comédia crítica, então minhas expectativas eram altas. E mesmo assim, foram superadas.

Jessica Jones é outra história. Bom, é um gênero completamente jessicajonesposterdiferente. Se Master of None é uma comédia crítica, Jessica Jones é um drama, ainda que igualmente crítico. Pra quem tá acostumado com seriados e filmes da Marvel, eu diria que JJ não se assemelha a nenhum já feito. Pode ter o nome MARVEL em branco e fundo vermelho ali, pode ser fortemente baseado em uma personagem dos quadrinhos, mas mesmo assim, Jessica Jones não é sobre super-heróis e poderes. É sobre abuso, viver com PTDS, superar abuso de maneira tanto física, mais sólida e óbvia, como emocionalmente também. É um seriado muitas vezes difícil de assistir, porque não é só a protagonista que está nessa situação. Eu deixei pra usar aqui o link e não com as outras leituras lá em cima, mas esse texto da Mary Sue, embora tenha spoilers, fala bastante sobre as figuras masculinas no seriado, e o que elas representam. Várias vezes assistir me deixou mal. Eu tive pesadelos. Mexe com o emocional, mesmo. Mas acho que isso só vem pra mostrar o quanto é bem feito, né?


SERIADOS (COM SPOILERS)

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Gente, precisamos falar sobre Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. É sério. É o único seriado “de super-herói” que eu consigo manter meu interesse sempre em 100%. É sempre maravilhoso, os personagens são muito bem construídos, os vilões são, no geral, escritos de maneira que sejam pelo menos interessantes, etc. etc. etc. Mas essa midseason finale foi tão?! Underwhelming?!

Achei fraca a narrativa do planeta (pra que mostrar aquela estátua da HYDRA se aquilo não teve relevância nenhuma pro enredo?). Na verdade, tudo o que aconteceu no planeta me incomodou um pouco — se o parasita era tão poderoso assim, como que o Fitz conseguiu lutar com ele e sair com vida? Por que diabos o parasita tava vivendo no lair do Will, se ele tinha a cidade toda pra ele? Será que a luta do Coulson com o Ward conseguia ser mais chata? zzZZzzZZZzz.

O Mack como líder consegue ser melhor em um episódio que o Coulson em cinquenta. Orando desde já que o Mack tenha um plot line decente na segunda metade da temporada e siga vivão. Também amando o Joey?! Ele compensa pelo Lincoln ser meio chatinho. Enquanto isso, o Fitz segue sendo um dos melhores personagens e com mais desenvolvimento na série. (E a Daisy segue sendo minha preferida, porque Motivos.)

Agora, eu vi bastante gente criticando a Simmons por ter deixado o Andrew sair. Eu achei que tanto fez sentido no momento, onde se ela não fizesse isso ela seria provavelmente morta, como pro enredo, onde ele provavelmente vai ser quem vai acabar matando o parasita/Hive.

Coisas que eu preciso pra segunda metade da temporada:

  • Mack!!!! Sendo!!!!! Diretor!!!!! Ou pelo menos tendo mais tempo na tela, mais enredo em volta dele, possivelmente um interesse romântico só pra me deixar feliz?
  • No momento, os únicos Inhumans (tirando o Andrew/Lash) são a Daisy, o Lincoln, e o Joey. Bonding moments? Mais inhumans? Joey achando um namorado no meio do caminho porque sim? Lincoln/Daisy sendo trabalhado mais pra não parecer só pair the spare?
  • FITZ-SIMMONS. E acho que Fitz-Simmons é ainda mais importante que Fitz/Simmons. Assim: gente, eles precisam reconstruir essa amizade toda quebrada que eles têm no momento. Antes de romance. Please.
  • Lash matando o parasita, May matando o Lash. AWWWWWW YEAH.
  • Coulson morrendo uma morte heróica em algum momento?? E aí o Mack virando o diretor da SHIELD???? Vaiiii eu nunca pedi nada.

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O que eu acho mais incrível em The Flash é como, mesmo depois do que o Barry e o Joe passaram quando a Iris descobriu que o Barry era o Flash, mesmo assim ele ainda não entendeu que compartilhar o segredo com pessoas que ele confia é um smart move. Na verdade, essa ideia de manter segredos a todo custo foi o que fez com que eu parasse de assistir Pretty Little Liars (por que elas não iam pra polícia?!), então é um pet peeve.

Mas sério: esse episódio seria perfeito pro Barry contar pra Patty que é o Flash. Ele fez isso? NOPE. Ugh. Orando aqui que a Patty não seja tratada como namorada da semana por mais algumas até que o Barry resolva de novo que é apaixonado pela Iris, mas. Ugh. Ugh. Ugh. Pelo menos enquanto isso a Iris tem o plot com o Wally? Que, aliás, SIM?!

Vou admitir que tava achando a história da Francine super chata, mas!!!! WALLY WEST!!!!!! Um dos melhores personagens da DC!!!!!!! Agora no seriado!!!!!!! Eu meio que quero gritar muito. Já tá permitido shippar ele e a Thea, produção? Já pode?

O que falar sobre esse kra Captain Cold que mal conheço e já considero pakas… Eu acho a atuação dele hilária, mas assim, Len, toma meu coraçãozinho. Eu to tão empolgada pro Legends of Tomorrow!!!! E, hm, é basicamente isso, porque não dá pra ficar muito empolgada com como tão as coisas em The Flash no momento, além do Wally…

Sdds Harrison Wells psicopata.

Coisas que eu preciso pra segunda metade da temporada:

  • WALLY WEST. Wally West! Wally West. Wally West. Wally West.
  • Patty descobrindo que o Barry é o Flash e sendo dada mais agência pra que ela tenha um plot legal.
  • Qualquer coisa surpreendente. Sério. Qualquer coisa.

 

Metas pra semana que vem:

  • Fechar todas as notas/deixar tudo pronto re: trabalho;
  • Ver os cinco episódios que faltam pra eu alcançar Sleepy Hollow;
  • Terminar The Unbeatable Squirrel Girl Vol.1;
  • Terminar o capítulo no qual eu estou tristemente stuck.

Metas audaciosas pra semana que vem*:

  • Terminar Black Widow: Forever Red;
  • Fazer um faxinão que deixe o apartamento brilhando;
  • Fazer uma limpa no armário e dar todas as roupas que eu não usei desde que me mudei (em abril).

*: esse é o tipo de meta que merece cookies se for alcançada.

 

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